terça-feira, 23 de setembro de 2014

sobre a dureza de todos os dias

Sete tiros, sete pedradas, o corpo coberto de bala
Mas não aquela doce, que criança faz festa.
Sete tiros, sete pedradas
E a dor no peito da mãe que fica,
do amor que fica,
dos amigos que ficam...
Sete tiros, sete pedradas
E o coração que pede, implora, rasteja:
"Eu não quero morrer!"
E a frieza, talvez inconsciente, de quem dispara a morte.
Sete tiros, sete pedradas... Mais um jovem morto, inocente!
Sete tiros, sete pedradas.
Eu não quero morrer!

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